Vereadores de oposição em Barão de Grajaú (MA) acusam a gestão do prefeito Gleydson Resende de celebrar contratos milionários com empresas de outras cidades que, segundo apurações, não funcionam ou sequer foram inauguradas. Os valores envolvidos chegam a aproximadamente R$ 15 milhões, recursos que, na visão dos parlamentares, deveriam ser destinados ao fortalecimento do comércio local.
Durante diligências em Tufilândia e Pinheiro, os vereadores encontraram estabelecimentos fechados há mais de um ano, apesar de constarem como prestadores de serviço ao município. Em Tufilândia, o Supermercado Super Tuf nunca chegou a abrir as portas, conforme relatos de moradores. Já em Pinheiro, a empresa Azul Serviços e Comércio também foi alvo de questionamentos após a constatação de que se encontra desativada.
“Nosso dever é fiscalizar a aplicação do dinheiro público e garantir que ele seja revertido em desenvolvimento para nossa cidade. Esses contratos suspeitos tiram recursos que poderiam impulsionar os pequenos empreendedores de Barão de Grajaú”, declarou um dos vereadores.
Diante das supostas irregularidades, a oposição ingressou com uma ação judicial contra a prefeitura, cobrando transparência e a correta utilização dos recursos. Até o momento, a gestão municipal não se manifestou sobre as denúncias.
Enquanto a população aguarda respostas, os parlamentares afirmam que irão ampliar as investigações para verificar se outros contratos firmados pelo município também apresentam indícios de irregularidades.
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Uma publicação compartilhada por Adelson Rodrigues | Atleta Bêda (@atletabeda)



